Solitário Inconsciente Coletivo

Archive for the ‘42’ Category

Feliz aniversário pra mim!!!!

Depois dos 30  acreditem no canto do olho a menina ainda dança….

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Nos momentos terríveis tudo o que precisamos são dos que  fazem tudo parecer menos pior….mais uma da minha banda preferida Zero 7

Pra cantar junto

Home – Zero 7

Lost in cheap delirium
Searching the neon lights
I move carefully
Sink in the city aquarium
Sing in the key of night
As they’re watching me
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
‘Cause lately I’ve been losing on my own
Wrapped in silent elegance
Beautifully broken down
As illusions burst
Too late to learn from experience
Too late to wonder how
To finish first
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
‘Cause lately I’ve been losing on my own
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
Won’t you take me home
Won’t you take me home
‘Cause lately I’ve been losing on my own
Won’t you take me home

Por que eu tive um sonho lindo com essa trilha sonora….

Sonhar voando = liberdade, segundo Freud = orgasmo (Freuda tem razão, acordei tão bem quanto se tivesse tido um)

A letra pra cantar junto

Swing – Zero 7 (minha banda preferida)

Thought you’d be forever the same
When did you become so easy to change?
Can’t like who i won’t
No that’s not true
I do know
Just can’t figure out how to pin down
There will be no unguarded kisses
Let go of my hand when they’re around
They say i’m unsound
But what do they know?
They can’t figure out how to get down
Soon enough i won’t care
Stay in my arms if you dare
You can’t romanticize
They are crazy
Will only let you down
Try to figure out how to keep you down
They’re all alone
I will keep you down

Down…

Posted on: abril 21, 2011

Calendário novo, tempo passando, envelhecimento… de repente me peguei pensando na velocidade com a qual as coisas estão mudando, diante dos nossos olhos o lobo mal comeu a vovó! E dessa vez não tem caçador que tire ela de lá, primeiro que a vovó de hoje odeia ser chamada de vovó, veste roupa da neta, e tem a cara sempre feliz por conta do botox. O abraço macio deu lugar a rigidez do silicone, 300 ml de cada lado, para favorecer o decote. Ela não lê mais história, nem conta causos da época de quando era criança, época de quando era criança? Está louca?! Vovó de hoje em dia é sempre jovem, tem espírito jovem, roupa de jovem, gosta de ficar com os jovens é vergonhosamente jovem.

 

Tive uma vózinha tradicional, ainda bem, mas sei que meus filhos não terão, mas espero ser o meio termo para os meus, até porque talvez a nossa geração entenda que o caminho do meio pode ser a solução. Minha mãe que me perdoe (ainda bem que a internet para ela resume-se em orkut, msn e site de fofoca), mas não quero cantarolar lady gaga com meus netos e me sentir o máximo por isso. A magia da relação entre vó e neto é exatamente a possibilidade de comparar as mudanças no mesmo mundo em momentos tão distintos.  Ver empiricamente a fluidez das coisas, idéias, costumes. Ninguém precisa oprimir ninguém, é só troca, a troca das diferenças.

 

Como foram valiosas as dicas de chá de alface pra dormir, como eu adorava escutar as históricas sobre como ela aprendeu a usar o papel higiênico na escola, na época era tecnologia de ponta. Ver sempre a felicidade de poder comprar ovos no supermercado, pois na época dela, para fazer um bolo levavam semanas roubando-os da galinha criada no quintal (Vó de verdade tinha quintal!). O ato de maior rebeldia na adolescência foi desafiar o pai e andar de perna de pau nas ruas, coisa só feita por meninos, pode? Para ela ser professora era coisa de mulher e arquitetura era a coisa mais genial do mundo, afinal inventar elevadores e prédios eram coisas para gênios.

 

Ai que pena dos meus filhos e suas avós plastificadas, com sorrisos fakes e vergonha do seu passado…velhos, envelheçam!

 

Imagem: Grafitte de Dri-K Chagas (amiga linda…saudade)

Trilha sonora do post? Acabou chorare – Novos Baianos

Chorei
Não procurei entender
Todos viram, fingiram
Pena de mim não precisava

Ali onde eu chorei
Qualquer um chorava
Dar a volta por cima que eu dei
Quero ver quem dava…

…Reconhece a queda
E não desanima
Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima

 

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Fotografia: Oliver Valsecchi

Música: Dr. Paulo Vanzolini (Sim, ele é um homem da ciência também!)

 

Não me Peçam Razões…

Não me peçam razões, que não as tenho,
Ou darei quantas queiram: bem sabemos
Que razões são palavras, todas nascem
Da mansa hipocrisia que aprendemos.

Não me peçam razões por que se entenda
A força de maré que me enche o peito,
Este estar mal no mundo e nesta lei:
Não fiz a lei e o mundo não aceito.

Não me peçam razões, ou que as desculpe,
Deste modo de amar e destruir:
Quando a noite é de mais é que amanhece
A cor de primavera que há-de vir.

Fotografia:  Sylvain Norget (até que a morte nos separe)


Fotografia: Alyz Tale

Eu?

Freud explicaria...

Quando?

Fotografia: Julie De Waroquier
Fotografia: Julie De Waroquier
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