Publicado por: suecosta em: janeiro 21, 2010
baby I’m afraid of a lot of things
but I aint scared of loving you
I know your afraid of a lot of things
but don’t be scared of love
cause people will say all kinds of things
that don’t mean a damn to me
cause all I see is what’s in front of me
and thats you
well, I’ve been dragged all over the place
I’ve taken hits time just don’t erase
and baby I can see you’ve been fucked with too
but that don’t mean your loving days are through
cause people will say all kinds of things
that don’t mean a damn to me
cause all I see is what’s in front of me
and thats you
well I may be just a fool
but I know you´re just as cool
and cool kids they belong together
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Pra ti ou pra nós.
Publicado por: suecosta em: janeiro 13, 2010
A qualquer hora, jogando qualquer jogo que envolva carro e velocidade no video-game.
___ Você é uma péssima motorista, completamente descuidada.
___ Não sou não, sou super cuidadosa.
___ O que me diz de sete batidas, uma capotagem e três reiniciadas de jogo em dois minutos?
___ Ah! então que os outros sejam.
___ Hã?
___ Que eles sejam cuidadosos e fiquem longe de mim, detesto pessoas descuidadas… Foi por isso que casei com você.
___ E o amor onde entra?
___ É o pano de fundo da estratégia de sobrevivência do meu material genético.
___ Eu também te amo, grossa.
___ Idem, leso.
Arte: Banksy
Publicado por: suecosta em: janeiro 8, 2010
Crescer é algo que vem de dentro,
Mas tem quem cresce de fora pra dentro.
Uns crescem mudando roupas,
Outros, mudando pensamentos.
Uns crescem de tamanho somente,
Outros, de puro sentimento.
Uns acham bom crescer pra valer,
Outros queriam para sempre crianças ser.
Crescer é algo que vem de dentro,
Brota como sede, fome, amor…
Mas o barato mesmo é crescer de manso,
Na hora certa, no exato instante.
Sem deixar, nem por um segundo,
A idade ser maior que o mundo.
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Fotografia: Jacek Gasiorowski
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Para você que ainda nem nasceu.
Publicado por: suecosta em: janeiro 4, 2010
Publicado por: suecosta em: dezembro 29, 2009
Publicado por: suecosta em: dezembro 18, 2009
Coisas comuns como ter nascido numa família de classe média alta e ter sido educada para ser independente, poderiam não fazer grande diferença, caso nós não estivéssemos falando de Shirin Neshat, artista plástica iraniana. Que por sinal viu na arte a forma de fazer as pazes com a sua própria cultura. Segundo a mesma, seu pai romantizou tanto o ocidente que rejeitou seus próprios valores, e acabou diluindo sua identidade na porção de conforto encontrada do lado de cá.
Neshat saiu do Irã para estudar arte em Los Angeles, e fez tudo direitinho, cursou graduação e mestrado. Depois se mudou para Nova York e trabalhou na Storefront Art and Architecture e lá teve contato com um mundo de pessoas diferentes, parte importante na construção da sua arte de fazer arte. Foi então que cansada de tanta teoria, resolveu se dedicar ao outro lado da moeda, a prática, e em 1990 a boa filha a casa torna, neste caso o Irã.
Seu primeiro trabalho maduro é a série fotográfica intitulada “Women of Allah”, uma colcha de retalhos pós-moderno, retratada na força da delicadeza de mulheres mulçumanas. Mas é quando a imagem se junta ao movimento, que Neshat encontra seu lugar como mais uma estrela, a brilhar no céu da arte contemporânea.
Seus vídeos são indiscutíveis quanto à discussão a cerca da convivência complexa entre os opostos no mundo de hoje, pegando como pano de fundo, óbvio, a sua própria cultura. Relação homem e mulher, claro e escuro, preto e branco, estática e movimento são a essência do trabalho desta artista.
No vídeo “Turbulent” quando se apropria do espaço de exibição e põe duas telas em lados opostos, obriga o expectador a escolher seu campo de visão, seu foco de atenção e conseqüentemente a sua narrativa. Brincando discretamente com a relação artista X expectador, num convite à sua participação na montagem da obra que lhe foi apresentada. Ou quando reúne vídeo e fotografia, estático e dinâmico, na vídeo- instalação “Zarin”.
No seu currículo, podem-se acrescentar alguns prêmios importantes como a Bienal Internacional de Veneza de 1999, com “XLVIII Turbulet and Rapture” e o Leão de Prata por melhor direção no Festival de Veneza em 2009 por “Women without men”, que a própria descreve como um trabalho de amor por seis anos e que fala para o mundo e também para o seu país.
País este que ela defende a qualquer custo, com direito a protestos como greve de fome na sede das Nações Unidas. E também faz questão de redefinir para o mundo, quando diz que tenta com sua arte “desembaraçar a ideologia do Islã”. E é aí que usando a sua arte ela tenta dar liberdade a prisão cultural iraniana, quase sempre estereotipada por nós.
Momento Pessoal: Até na hora da frescura a Neshat quer ser engajada, tanto é que no festival de Veneza ela pisou o tapete vermelho dentro de um longo verde belíssimo, detalhe, essa é a cor símbolo da oposição iraniana, tá meu bem?
Publicado por: suecosta em: dezembro 16, 2009
Publicado por: suecosta em: dezembro 11, 2009
Publicado por: suecosta em: dezembro 3, 2009